23 de maio de 2014

Rebeca Rodrigues no Jornal A Crítica.



Segue parte da matéria publicada. A integra pode ser lida AQUI.


Para ser um atleta campeão, você abre mão de família, amigos e vida social. Tudo por um sonho. Agora imagine você ser atleta, mãe, trabalhar oito horas por dia, ainda arrumar tempo para filha e, de quebra, trabalhar mais um pouco? Esse é o cotidiano da faixa-roxa de jiu-jitsu Rebeca Rodrigues, que por ter dois empregos, ser mãe e ainda dar aula de jiu-jitsu, demonstra gás e resistência para encarar seus dias que parecem ter mais de 24h. Ela se divide entre ser atendente em uma agência de empréstimos financeiros, ajuda no aulão para crianças da arte suave e exerce com perfeição a maternidade.
Mãe ainda na adolescência, Rebeca já foi eleita pela Federação de Jiu-jitsu do Amazonas (FEJJAM) a melhor da categoria na faixa azul e roxa. Ela admitiu ainda, em uma conversa franca com a reportagem, como descobriu a maternidade. “Foi tudo muito repentino e difícil. Descobri pelos sintomas mesmo. E foi complicado, pois era jovem. Mas depois que a barriga cresceu, a família passou a apoiar”, explicou a mãe de Hanna, hoje com 14 anos.
Assim como muitas outras jovens que se tornam mãe ainda na adolescência, Receba explicou ainda que precisou abdicar de algumas coisas para poder ver nascer a sua maior conquista. “Parei de estudar e só depois que ela nasceu, voltei. E na base da raça, superei todas as dificuldades e me formei no ensino Médio. Principalmente por ser mãe solteira. Sou a verdadeira pãe (junção das palavras pai com mãe)”, disse.
A integra pode ser lida AQUI.

Nenhum comentário: